80% dos e-commerces fecham em 18 meses, não seja mais um nesta estatística

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O ano de 2022 foi de crescimento para o e-commerce no Brasil. O setor de varejo e vendas on-line registrou, segundo levantamento da Retail X do Reino Unido, um aumento de US$ 81 bilhões ao longo deste ano.

Com as projeções de vendas da Black Friday, Natal e Réveillon, grande parte dos empreendedores digitais obtiveram um aumento significativo em suas receitas, e muitos dos novos lojistas, já entraram no mercado ganhando muita grana.

Somando as projeções do e-commerce ao fato de ser injetado na economia brasileira cerca de R$ 250 bilhões (somente relacionado ao 13º salário), na verdade, difícil foi ser um lojista que cumpre o seu papel como empreendedor, atuando de forma estratégica, cumprindo prazos, entregando os produtos e utilizando as ferramentas adequadas de atendimento e venda, e não fechar o ano com o bolso cheio de dinheiro.

Esse parece ser um cenário perfeito para se iniciar o ano de 2023 não é mesmo. Na verdade apenas parece, já que basta ter capital na mão, para que os empreendedores virtuais, principalmente os novos no mercado, se iludam e percam a noção real de quão agressivo e cruel é o mercado.

Como diz o CEO da IstPay, Lucas Cardoso, “o que não falta no mercado atualmente são empreendedores que ao faturarem seus primeiros R$ 100 mil gastam com uma BMW, Mercedes ou qualquer outro carro de alto padrão. Nada contra adquirir um carro luxuoso, pelo contrário, quem não sonha com uma destas máquinas, mas a questão vai muito mais a fundo. O dinheiro faturado deve ser reinvestido, isso traz solidez para o e-commerce. Temos que lembrar que, os dados brasileiros relacionados a novos empreendimentos são preocupantes quando o empreendedor não entende do empreendimento, de administração e mercado”.

80% dos e-commerces fecham em até 18 meses

As falas do CEO da IstPay vão de encontro a dados que são impactantes. Conforme dados levantados, 80% dos e-commerces no Brasil fecham as portas em até 18 meses. Analisando todos os dados apresentados acima podemos interpretar que, mesmo com o cenário de abertura de novos negócios digitais trazendo solidez ao mercado, a estabilidade dos micro empreendimentos virtuais  e físicos no Brasil é um fator preocupante.

De acordo com um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), 50% das empresas brasileiras fecham as portas no primeiro ano por falta de lucro. As informações publicadas pela instituição escancaram o fato de que, apenas ter coragem de abrir o próprio negócio e realizar um sonho pessoal não é o suficiente para permanecer no mercado.

Mas o que gera o quebra-quebra no Brasil?

Se você está faturando bem no início do seu negócio, isso não quer dizer que você tem efetivamente grana para gastar, daí podemos contextualizar a ótica do CEO da IstPay. É necessário empreender, administrar, investir de forma consciente para que seu empreendimento permaneça ativo no mercado.

De acordo com o SEBRAE, a falta de conhecimento e planejamento da empresa é um problema vivenciado por grande parte dos novos empreendedores e pequenos negócios. Os dados levantados pela instituição apontam que 7% das pequenas empresas fecham no primeiro ano de atividade por falta de lucro.

Conforme o levantamento do SEBRAE, outros 20% dos novos empreendimentos são encerrados por falta de capital, ou seja, não conseguem girar seus produtos, arcar com as despesas diante de quedas de venda ou instabilidade no mercado. Cá pra nós, esse cenário é muito parecido com o que vivenciamos nos meses de janeiro e fevereiro todos os anos, não é mesmo?

Esses dados são ainda mais alarmantes quando o SEBRAE aponta que cerca de 50% dos pequenos empresários do Brasil não sabem sequer se suas empresas têm lucro ou prejuízo. Isso em grosso modo quer dizer que a administração da metade dos pequenos empreendimentos brasileiros é uma terra de ninguém.

Mas o que isso tem a ver com o seu e-commerce

O conhecimento de mercado e perfil empreendedor da IstPay, traz uma ótica diferenciada da estruturação de um e-commerce, que pode estar frente a uma verdadeira armadilha, por ter iniciado suas atividades em um ano ou meses de alto faturamento.

Falando de forma mais direta, encerrar 2022 com o bolso cheio de dinheiro, e com aquela vontade louca de curtir e torrar toda essa grana, não garante que no ano de 2023 os mesmos resultados serão conquistados.

É justamente pensando nesse contexto que a InfoPay, lança a partir da primeira semana de janeiro, uma série com artigos que auxiliarão os empreendedores digitais e físicos a projetarem o próximo ano de seus negócios e consolidarem a empresa frente aos principais obstáculos que estão por vir.

No conteúdo que será disponibilizado pela InfoPay, o empreendedor terá informações que vão desde as projeções financeiras e como melhor aplicar seu capital, a dicas de marketing, nichos e como posicionar melhor o empreendimento utilizando as ferramentas adequadas.

Se você está doido para comprar uma BMW, uma Mercedes ou qualquer carrão que ao passar na rua deixa todos com o queixo caído, a nossa primeira dica é, segurar a vontade por mais alguns dias, acompanhe essa série e projete a sua empresa para 2023. Assim você pode ter como presente, um alto faturamento ao longo de todo o próximo ano, e não somente conquistar mais boletos e impostos para pagar que podem decretar a sua falência.

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